E lucevan le stelle

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Doces amargas lembranças



 
Hoje  o vázio da solidão  me fez voltar ao tempo e recordar o quanto fui covarde, 
o quanto deixei que  a vontade de outros,
fosse tão maior que tão puros sentimentos,
que nutria por alguém que jamais esquecerei.
Não  tive coragem de lutar por esse amor,
por essa felicidade tão...
promissora? Nunca  saberei.
As pessoas e seus ridículos preconceitos,
simplesmente decidiram que não.
Estúpidas e pobres criaturas!  Jamais conhecerão
o doce sabor da incerteza da vida, 
do viver intensamente cada momento por saber
que jamais  teremos uma nova chance 
de vivê-los outra vez. .
Não, não são culpados pelo meu desencanto , pela minha frustração, não,
não vós tão desprezíveis criaturas. É a mim mesma que não perdôo porque,ao permitir que decidissem por mim,
me fiz ainda menor que vós pobres e secas criaturas.
Quanto a mim, conforta-me as  mais  doces amargas lembranças do único ser que conseguiu entender a minha alma e
penetrar no  meu estranho mundo irreal.
E quanto a vós, mpiedosas criaturas, 
dou-me de presente para que pelo resto de tuas tão mesquinhas vidas, possam comtemplar-me e sentirem-se felizes,
por ver-me tão infeliz!

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