Não há como prosseguir, se não somos capazes de nos dar uma chance de vivermos.
Se nos permitirmos tornarmos apenas máquinas em funcionamento constante,mas sem vontade própria,sem sonhos,sem vida.
Dificilmente percebemos o momento em que deixamos de viver em vida, e passamos apenas a sobreviver... A sermos os robôs, cuidadosamente programados para executar tarefas com imparcialidade precisa.
Então um dia nos olhamos no espelho,e vemos a imagem de um outro alguém refletindo para nós e nos damos conta que nos perdemos de nós, e agora teremos que conviver com um estranho que invadiu nossa vida sem ser convidado, mas que por ironia, foi com a nossa mais descuidada permissão.
Bárbara Moscozo
Se nos permitirmos tornarmos apenas máquinas em funcionamento constante,mas sem vontade própria,sem sonhos,sem vida.
Dificilmente percebemos o momento em que deixamos de viver em vida, e passamos apenas a sobreviver... A sermos os robôs, cuidadosamente programados para executar tarefas com imparcialidade precisa.
Então um dia nos olhamos no espelho,e vemos a imagem de um outro alguém refletindo para nós e nos damos conta que nos perdemos de nós, e agora teremos que conviver com um estranho que invadiu nossa vida sem ser convidado, mas que por ironia, foi com a nossa mais descuidada permissão.
Bárbara Moscozo

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